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2 de abril de 2013

FORÇA VOLANTE DO INTERIOR É LANÇADA PELA POLÍCIA MILITAR

Um banner dava as boas vindas aos novos soldados

Coronel Hermes passou orientações e recomendações à tropa

Na assistência os comandantes de unidades, alunos do Curso de
Formação de Sargento e os soldados que passaram a integrar a  Força Volante do Interior







          Na manhã desta terça-feira (2), no auditório da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru, foi lançada a Força Volante do Interior (FVI), em evento presidido pelo coronel Hermes de Melo, diretor da Diretoria Integrada do Interior – I (Dinter-I), da Polícia Militar de Pernambuco. A iniciativa tem como objetivo o aproveitamento de 200 soldados recém-formados, que irão reforçar em 20% a força motorizada das unidades subordinadas a Dinter-I.

       O nome Força Volante se notabilizou no passado pelo combate ao banditismo no interior no início do século XX, quando valentes policiais militares defendiam a população das ações do cangaço no sertão pernambucano. A atual realidade é bem diferente, porém a criminalidade continua e as estratégias policiais de enfrentamento buscam cada vez mais avançar nos registros positivos, e desta feita a Força Volante do Interior surge como novo recurso lançado pela Dinter-I e aprovado pelo Comando da Polícia Militar de Pernambuco.

         Os novos soldados foram recebidos e orientados pelo coronel Hermes que expôs a política pública de segurança do Estado, que estabelece uma gestão por resultados, e demonstrou confiança no alcance das metas do Pacto pela Vida com a participação honesta e responsável de todos que abraçaram a causa policial militar.

            A Força Volante do Interior irá atuar nas áreas de maior incidência criminal, em horários cujas estatísticas apontam como de maior ocorrência de homicídios. O efetivo estará distribuído em guarnições a três ou quatro policiais militares, sempre com o comandamento de um graduado experiente do batalhão beneficiado. Um oficial da Dinter-I irá coordenar a operação, enquanto um oficial dos batalhões atendidos servirá como elo.

             O comandante do 4º BPM, tenente-coronel Givanildo dos Santos esteve presente para recepcionar os novos soldados, que foram informados das peculiaridades da área em que iriam desenvolver suas atividades e em seguida foram distribuídos nas respectivas guarnições, iniciando oficialmente a Força Volante do Interior.  O evento teve ainda as participações dos demais comandantes dos batalhões subordinados a Dinter-I: 2º BPM (Nazaré), 5ª CIPM (Gravatá), 21º BPM (Vitória), 10º BPM (Palmares), 15º BPM (Belo Jardim), 8ª CIPM (Pesqueira), 22º BPM (Surubim), 6ª CIPM (Limoeiro), 3ª CIPM (Santa Cruz do Capibaribe) e 9º BPM (Garanhuns). Também prestigiaram o lançamento da Operação o diretor da Dinter-I da Polícia Civil, delegado Salustiano Albuquerque, e o gerente de controle operacional da Polícia Civil, delegado Erick Lessa.

9 comentários:

  1. Essa ação foi proposta olhando somente o resultado da operação, que no caso, será a diminuição do CVLI, mas ninguém quer saber se esses soldados estão de acordo com esse novo projeto. Temos Família, filho e a PM quer que a gente viva só para ela. Passamos o CFSd todo, estudando, para obter as melhores colocações e assim podermos voltar para nossa casa, e após conseguirmos escolher os nossos batalhões, eis essa enorme surpresa! Ninguém terá mais batalhões, estaremos vivendo só para a Polícia, viajando de um canto para outro sem qualquer condição de vida. Teremos que comer em presidio se não quisermos passar fome. Isso é um abusrdo! Queremos um mínimo de respeito, queremos voltar para o batalhão que escolhemos, queremos direito iguais.

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  2. Concordo plenamente com o comentário acima, estou na mesma situação. Passei o CFSd todo me esforçando para ter uma boa classificação e poder escolher o batalhão que queria, e hoje vejo que meu esforço não teve o mínimo de reconhecimento. Tenho família, faculdade e minha vida e estou tendo que me privar disso pra viver exclusivamente para PM, tendo que viver sem condições de alimentação e vida; como podemos trabalhar desmotivados e inseguros, pois não sabemos onde estaremos no próximo mês? Queremos ir para os batalhões que escolhemos, TER VIDA e trabalhar normal, como realmente deve ser. O respeito deve existir do ser humano mais rico até o mais pobre!

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  3. Estou indignado com nossa situação, como em vários batalhões aqui no meu está sendo oferecido uma péssima refeição, que por sinal não temos café da manhã, estamos em péssimos alojamentos sem dormir direito, longe de casa. E nessa escala que não nos deixa viver. Queremos respeito.

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  4. VCs quando entraram na PM, foram informados que a policia trabalha do sertão, do agreste e da mata, que deveria ter dedicacão exclusiva entre outras coisas,então não venham com essa filosofia de que estudou, pq acredito que todo cfsd estudou. Nessa vida vc tem que trabalhar pra viver e nao viver pra trabalhar, que ir pra casa, de seu jeito, faça por merecer, converse com seu cmt, mais nao queira ser melhor do ninguem, pois vc nao é.

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  5. É dificil guerreiro, passei por esse CFSD com vcs, inumeras foram as dificuldades, fico triste em saber q as noites mal dormidas foram simplismente ignoradas por aqueles q controlam do conforto de sua sala sem saber o q nos passamos nas ruas, força guerreiros, espero q isso mude

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  6. pegaram em merda!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  7. Quem estiver achando ruim, peça pra sair...

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  8. Quem não quiser é só sair,e deixe de conversa dizendo que estudou, todos do cfsd sabem.....a maioria dos primeiros lugar foi pela desonestidade, vocês só engana a si mesmo.

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  9. Fico muito revoltada quando vejo os próprios companheiros nossos nos crucificando, ao invés de estarem do nosso lado. O que estão fazendo conosco do Interior I poderia está sendo feito com qualquer um de outra área! Não estamos querendo regalias e nem tratamento diferenciado, o que queremos é o direito igual, pois, somos Soldado como qualquer outro e nos impuseram uma escala que é anticonstitucional, só isso, pois, se soubéssemos que seria dessa forma, teríamos tido a chance de escolher de acordo com o que fosse melhor para cada um de nós e caso não tivesse outra alternativa, o problema é que acreditamos que iríamos pro batalhão escolhido e quando chegamos lá, nada, estamos ao léu, trabalhando uma semana por um batalhão e outra semana por outro!!!!! Isso não pode ser visto como normal e ainda ser aplaudido pelos nossos próprios pares, fico revoltada com isso!!!! Como diziam no CFSd quem 'lasca' o praça é o próprio praça!!!! Muito triste com alguns comentários acima que ao invés de nos ajudarem só nos colocam ainda mais pra baixo e nos decepcionam! Quem nao ajuda, então por favor, não atrapalhe!!!!!!

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